domingo, 15 de outubro de 2017

SÉRIE RANKING DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL - 1963


V CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL
TAÇA BRASIL 
1963
Nº Participantes: 20
Jogos: 45
Gols: 120
Média de gols: 2,67
Período de disputa: 07/08/63 a 28/01/64
Forma de disputa: Realizado em 3 fases.
1ª fase: 4 grupos (Norte, Nordeste, Central e Sul).
2ª fase: vencedores dos grupos da 1ª fase se enfrentaram. 
Norte X Nordeste e Sul X Central.
3ª fase: os vencedores da fase anterior enfrentam  
Botafogo - RJ e Santos - SP.
*Todos no sistema eliminatório "mata-mata".
                          
               O Santos de Pelé é tricampeão brasileiro de futebol.


RANKING POR PONTOS DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL
CLUBES
1959 A 1963





RANKING POR PONTOS DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL
POR ESTADOS
1959 A 1963






Legenda: Critérios de desempate para
POS. = Posição  E = Empate  classificação:
EST. = Estado brasilero D = Derrota 1º - Vitórias
PG = Pontos ganhos GP = Gols pró 2º - Gols pró
J = Jogos GC = Gols contra 3º - Saldo de gols
V = Vitória SG = Saldo de gols


FONTE:      https://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Brasileiro_de_Futebol
 http://www.bolanaarea.com/


          NO PRÓXIMO DIA 30/10/2017

         SÉRIE RANKING DO CAMPEONATO BRASILEIRO
DE FUTEBOL - 1964



ANOS ANTERIORES:

1959     1960     1961     1962     



sábado, 14 de outubro de 2017

HORÁRIO DE VERÃO



CHICO XAVIER


SENSE 8


EQUILÍBRIO

Equilíbrio é firmeza e segurança.
Quem vive em equilíbrio, vive sereno e confiante, não vacila, não corre, não empurra ninguém. Caminha, sabendo para onde se dirige.
Pode a vida oferecer-lhe múltiplas experiências, as mais felizes e as mais danosas, e o homem equilibrado logo assume o controle em todas as situações.
Para ele, viver é aprender; sabe tirar proveito de tudo, considera todas as circunstâncias como lições, acomoda valores, organizando sua economia moral.
É um privilégio a oportunidade de vivermos ao lado de uma pessoa assim. Com ela adquirimos também o dom maravilhoso do equilíbrio.
Esta palavra nos fala muito de perto, sobretudo neste século de transformações vertiginosas, diante das quais todos se desequilibram.
Ninguém que viva inseguro poderá viver feliz.
Equilíbrio. Como obtê-lo? Perguntarão.
Não há uma fórmula para a resposta. Resta saber que depende muito de nossos esforços e, sobretudo de entender ou procurar entender a finalidade desta vida. O raciocínio mais simples nos faz compreender que tudo age para um fim num plano que foge à nossa percepção relativa. A mais obscura célula trabalha no conjunto que define um órgão; este integra um sistema que, junto a outros, constitui o organismo.
Compreender a vida é descobrir dentro de si mesmo os valores sepultados que nos são conhecidos, e aflorá-los para que se revelem através dos nossos atos.
Dizem todos os pensadores que a maior realização do homem é o conhecimento de si mesmo, sem o que sua vida é algo sem expressão; só experiência e dor.
O autoconhecimento faz o homem ter paz consigo mesmo, com a humanidade e com Deus. Ao encontrar-se, sabe o que faz no mundo. Vive em equilíbrio.
Do livro “Vem!...” – Autora Cenyra Pinto



QUAL A DIFERENÇA ENTRE...



COMO VENCER NA VIDA




OUTUBRO ROSA





sexta-feira, 13 de outubro de 2017

SENSE 8



CANSAÇO

 Se te sentes cansado, procura refazer-te em contato com a Natureza.
Haure em seus inesgotáveis mananciais as energias de que necessitas.
Não estabeleças, em teu corpo e em tua mente, um circuito fechado de forças
que não se renovam.
Descerra-te em espírito, à semelhança da flor, que se abre aos vivificantes
raios do sol.
Respira a longos haustos e absorve, por teus poros e narinas, os princípios
vitais de que o próprio ar se balsamiza.
Contempla, com o enternecimento que te é possível, o ninho de um pássaro
sobre a folhagem.
Faze deslizar a mão sobre a cantante queda d'água que se te derrama aos pés.
Repara nas luzes do entardecer e no cintilar das primeiras estrelas que
surgem no firmamento.
Descalça-te e mantém contato direto com o magnetismo da terra.
Acaricia o tronco robusto de uma árvore e procura sentir-lhe o pulsar da
Vida.
Deleita-te com o majestoso espetáculo da chuva que cai na floresta.
E, assim, após te refazeres, continua a servir.


Obra: Dias Melhores - Carlos.A.Baccelli/Irmão José

HENRIETTA LACKS MUDOU A SUA VIDA


(Clic no link acima)

HENRIETTA LACKS MUDOU A SUA VIDA, MAS ELA NÃO SOUBE DISSO (NEM VOCÊ SABIA)

                                Rodrigo Casarin
04/10/2017 09h31

As células HeLa servem de base para incontáveis pesquisas científicas ao redor do mundo. Graças a elas, cientistas tiveram uma base para desenvolver, por exemplo, a vacina contra a poliomelite e o HPV, bem como criar remédios para combater o câncer, a aids, o mal de Parkinson e até uma simples gripe. Já foram levadas a missões espaciais para ajudar a prever como o corpo humano reagiria à gravidade zero e utilizadas em testes de bombas atômicas. Ainda no campo dos experimentos, essas células servem para que a indústria de cosméticos analise parte dos efeitos colaterais que novos produtos podem causar. Ou seja, não é exagero afirmar que direta ou indiretamente as células HeLa influenciam a vida de boa parte dos seres humanos.
HeLa vem de Henrietta Lacks, norte-americana que morreu no dia 4 de outubro de 1951, há 66 anos. Negra, lavradora e mãe de cinco filhos, Henrietta estava com 30 anos quando descobriu que tinha câncer no colo do útero. A doença não demoraria para se alastrar por todo seu corpo e dar cabo de sua existência. No entanto, graças a uma atitude eticamente questionável dos médicos que lhe assistiam, de certa forma parte de Henrietta continua a viver.
Um naco do colo do útero de Henrietta foi retirado sem seu consentimento. Essa amostra foi parar nas mãos do pesquisador George Gey, que ficou surpreso ao notar que as células problemáticas da moça continuavam a se reproduzir mesmo fora do corpo de origem. Cultivadas em ambientes adequados para tal, até hoje aquele pequeno pedaço extraído de Henrietta continua a se multiplicar e a servir cientistas – por conta disso, essas células também são chamadas de “células imortais”.
Somente em 1973 que os filhos e o viúvo de Henrietta souberam que as células da mulher, sem qualquer tipo de autorização, estavam fomentando parte da indústria de medicamentos, uma das mais lucrativas do mundo. Desde então, a família busca na justiça uma compensação financeira para a doação involuntária da mãe das células HeLa, em um processo que suscita diversos debates sobre a ética médica e científica.
A história de Henrietta foi contada em “A Vida Imortal de Henrietta Lacks”, de Rebecca Skloot, livro-reportagem lançado no Brasil pela Companhia das Letras e que já ganhou muitos elogios por aí. O título também serviu de base para o filme homônimo dirigido por George Wolfe e estrelado por Oprah Winfrey.
Uma célula do meu corpo pertence a mim?
A autora descobriu Henrietta ainda na adolescência, quando, em uma aula de biologia, ouviu seu professor falar que as células HeLa foram uma das coisas mais importantes que aconteceram na medicina no último século. Em seguida, após dizer o nome daquela que originara as células, completou com todas as informações biográficas que tinha a respeito da moça: “Era uma mulher negra”. Sim, somente aquilo que havia para ser dito a Rebecca, o que serve de motivação para que a obra também discuta o racismo na trajetória da moça.
“Ao concluir o ensino médio e ingressar na faculdade, onde me formei em biologia, as células HeLa eram onipresentes. Ouvi falar delas em histologia, neurologia, patologia; usei-as em experimentos sobre como células vizinhas se comunicam. Mas, com exceção do sr. Defler [o professor que acabei de citar], ninguém nunca mencionou Henrietta”, escreve a autora do prólogo.
Ao cabo, Rebecca comenta que a atitude dos médicos com Henrietta em 1951 não foi ilegal – e continuava não sendo em 2009, quando a obra foi editada – e conta que boa parte dos norte-americanos tem células arquivadas para pesquisas em algum banco de dados. Essas células são extraídas após atividades rotineiras, como um exame de sangue ou uma extração de dente. “Os cientistas usam essas amostras para desenvolver de tudo, desde vacinas antigripe até produtos para o aumento do pênis. Colocam células em placas de cultura, expondo-as a radiação, remédios, cosméticos, vírus, substâncias químicas caseiras e armas biológicas, e depois estudam suas reações”, escreve, para em seguida imaginar o cenário caso isso não ocorresse: “Os desenvolvedores dos produtos que dependem de materiais biológicos humanos deixariam de ganhar bilhões de dólares”.
A autora também faz um resumo da questão jurídica contemporânea da situação: “Como você deveria se sentir a respeito de tudo isso não é muito claro. Não é como se os cientistas estivessem roubando seu braço ou algum órgão vital. Eles estão usando fragmentos de tecido dos quais você se desfez voluntariamente. Mesmo assim, isso muitas vezes envolve alguém extrair parte de você. As pessoas costumam ter uma forte sensação de propriedade quando se trata de seu corpo, mesmo fragmentos minúsculos dele. Especialmente quando ouvem dizer que alguém pode estar ganhando dinheiro com esses fragmentos ou usando-os para revelar informações potencialmente prejudiciais sobre seus genes e históricos médicos. Mas uma sensação de propriedade não é argumento suficiente num tribunal. E a esta altura nenhuma jurisprudência esclareceu plenamente se você é proprietário de seus tecidos ou tem o direito de controlá-los. Enquanto fazem parte do seu corpo, são claramente seus. Uma vez removidos, seus direitos tornam-se nebulosos.”
“Só quero saber quem foi minha mãe”
Em “A Vida Imortal de Henrietta Lacks” também chama a atenção um depoimento de Deborah, uma das filhas de Henrietta:
“Quando vou ao médico fazer meus check-ups, sempre digo que minha mãe foi HeLa. Eles ficam empolgados, contam coisas do tipo como as células dela ajudaram a produzir meus remédios para hipertensão e antidepressivos e como todas essas coisas importantes na ciência acontecem por causa dela. Mas eles nunca explicam direito, só dizem: Sim, sua mãe esteve na Lua, esteve em bombas nucleares e produziu aquela vacina contra pólio. Eu realmente não sei como ela fez tudo isso, mas acho que estou feliz por isso, porque significa que ela está ajudando um monte de pessoas. Acho que ela ficaria contente com isso.
Mas sempre achei estranho que, se as células da nossa mãe fizeram tanto pela medicina, como é que a família dela nem tem dinheiro pra pagar um médico? Não faz sentido. As pessoas ficaram ricas às custas da minha mãe, e a gente nem sabia que tinham pegado as células dela, e a gente não recebeu um centavo. Antes eu ficava tão furiosa com isso que ficava doente e tinha que tomar remédios. Mas não tenho mais força para lutar. Só quero saber quem foi minha mãe”.
Desde que o livro foi publicado, não houve nenhuma grande mudança em relação às questões que envolvem Henrietta e suas células.
FONTE: UOL


SEXTA-FEIRA 13


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

CONHEÇA OS 9 CASAMENTOS MAIS POLÊMICOS DA HISTÓRIA



(Clic no link acima)

Heloísa Noronha
Colaboração para o UOL
12/10/2017 04h00
Ataques de ciúme, vestidos chocantes, relacionamentos marcados por bebedeira, ausência ou excesso de sexo. Saiba os bastidores de algumas das uniões mais controversas de todos os tempos.

A primeira a casar por amor



Divulgação
Albert de Sanjonia-Coburgo-Gotha e Rainha Victoria

Numa época em que acordos e interesses políticos pontuavam os relacionamentos, a Rainha Victoria foi a primeira pessoa da realeza britânica a se casar por amor, em 1840. Foi ela quem pediu a mão de seu primo - e grande amor de sua vida -, o príncipe Albert de Sanjonia-Coburgo-Gotha. Cheia de marra e opinião, Victoria ainda mandou às favas a mania vigente de usar tons fortes na cerimônia e optou por um vestido branco, iniciando a tradição vigente até os dias atuais. Ela também usou um véu, acessório até então vetado à nobreza, e comemorou o casório às 13 horas, quando o comum era realizar as celebrações à noite. Os dois ficaram juntos por 23 anos, até a morte de Albert. Victoria passou 10 anos em luto, vestindo preto e dormindo todos os dias com a foto do amado a seu lado, em um travesseiro.

Sem sexo



Divulgação
Luís XVI e Maria Antonieta

Celebrado em 16 de maio de 1770 no suntuoso Palácio de Versalhes, o casamento de Luís XVI e Maria Antonieta só foi consumado depois de sete anos. O rapaz sofria de fimose e sentia dificuldade em manter as ereções. E não queria de jeito nenhum operar (algo até que compreensível, levando-se em conta as condições clínicas e higiênicas da época), alegando que Deus o tinha feito daquele jeito. Quando finalmente se convenceu, consumou o casamento, aos 23 anos, mas nunca foi muito chegado a sexo (pelo menos, não com a esposa). Maria Antonieta, na verdade, já tinha sofrido uma decepção na primeira vez em que botou os olhos nele: como a união se consolidara por motivações políticas, ela só o conheceu pouco antes da cerimônia. E ficou passada: Luís XVI era bem desajeitado e sem graça. Segundo estudiosos, a ostentação e o luxo tão apreciados pela rainha francesa eram uma forma de compensar a falta de entusiasmo do marido.

Duração: 55 horas



Getty Images
Britney SpearsImagem: Getty Images

Em sua fase vida loka, Britney Spears protagonizou o casamento mais rápido do mundo das celebridades. Em 2004, depois de uma noite regada a álcool, a então princesinha do pop trocou alianças com Jason Alexander, seu amigo de infância, em uma capela em Las Vegas. Dois dias depois, o casal se deu conta da bizarrice que tinha feito e entrou com um pedido de anulação da união.

Noiva ciumenta, convidada em fuga



AFP PHOTO DDP/DAVID HECKER GERMANY OUT
Ronaldo e Daniella CicarelliImagem: AFP PHOTO DDP/DAVID HECKER GERMANY OUT

Pompa e circunstância poderiam ter definido com exatidão a cerimônia de casamento entre a modelo Daniella Cicarelli e o jogador de futebol Ronaldo em fevereiro de 2005. Poderiam, porque o casório ficou marcado não só pelo luxo, mas pelo barraco protagonizado pela noiva ao encontrar no local - o Castelo de Chantilly, na França - uma antiga inimiga, a também modelo Caroline Bittencourt. Dani expulsou a moça porque, segundo mexericos na época, as duas namoraram o mesmo empresário, João Paulo Diniz. A versão oficial é que o nome de Carol não estava na lista de convidados e que outras pessoas foram obrigadas a se retirar. A união, que durou apenas três meses, foi permeada por brigas e crises de ciúme. Anos depois, Cicarelli admitiu ter quebrado o computador de Ronaldo após flagrá-lo trocando mensagens quentes com outra mulher.

Infelizes para sempre



Martyn Hayhow/Reuters
Príncipe Charles e Princesa Diana

Charles, príncipe de Gales, e a aristocrata Diana Spencer protagonizaram o casamento mais icônico do século XX. Realizado em 1981, na St. Paul's Cathedral, em Londres, foi transmitido ao vivo para mais de 750 milhões de pessoas em todo o mundo. Confeccionado em seda e decorado com 10 mil pérolas, o vestido de Lady Di se tornou um dos mais icônicos da história da moda. Aos olhos do público, Diana era a mais perfeita encarnação moderna das princesas dos contos de fadas. Nos corredores do Palácio de Kensington, porém, o dia a dia da moça estava bem longe de ser um encanto. Charles era apático e nunca havia se desligado totalmente de uma ex, hoje sua esposa, Camilla Parker-Bowles, e detalhes da relação extraconjugal volta e meia se tornavam públicos, para humilhação da princesa. Depois do divórcio, em 1992, veio à tona a informação de que Diana também havia tido um caso de cinco anos com seu instrutor de equitação. Entre as consequências da pressão exercida pela realeza, ela desenvolveu bulimia. Vítima fatal de um acidente de carro em Paris, Diana teve seu funeral visto pela TV por quase 2,5 bilhões de pessoas e foi homenageada com 50 milhões de ramalhetes de flores. Charles e Camilla seguem casados desde 2005.

Pretinho básico e amor eterno



Divulgação
Joe DiMaggio e Marilyn Monroe

Em seu segundo casamento, em 1954, Marilyn Monroe já era a deusa-mor de Hollywood. Não à toa, aproveitou sua condição de celebridade para chocar a sociedade conservadora da época ao surgir vestida de preto para trocar alianças com Joe DiMaggio, lendário jogador de beisebol. A peça, elegante e moderna, tinha comprimento midi. Além do visual, a própria união foi motivo de choque entre o público e a imprensa, que tratava Marilyn como uma celebridade volúvel e vulgar. Joe, apaixonadíssimo, escolheu para a ocasião a mesma gravata que tinha usado no primeiro encontro com a diva. O casamento durou apenas nove meses por conta do ciúme excessivo de DiMaggio, que ficou uma fera ao ver a famosa cena em que o respiradouro do metrô esvoaça o vestido branco de Marilyn no filme "O pecado mora ao lado" (1955). Entretanto, DiMaggio nunca a tirou do coração: ele não só tentou salvar a ex da depressão quando ela se divorciou do dramaturgo Arthur Miller, em 1961, como bancou as despesas de seu funeral, no ano seguinte. Ele ainda cumpriu a promessa que lhe havia feito de enfeitar seu túmulo a cada semana caso ela morresse: durante duas décadas, ele enviava rosas brancas para a lápide da amada três vezes por semana.

Redes sociais e orgulho gay



AFP
Elton John e David Furnish






Após 21 anos juntos, o músico Elton John e o cineasta David Furnish se casaram na mansão do casal, na Inglaterra, em 2014. A cerimônia foi privada, mas ambos compartilharam fotos em tempo real no Instagram com a hashtag #ShareTheLove (#CompartilheOAmor). Em 2013, o consentimento legal para uniões entre pessoas do mesmo sexo na Inglaterra e no País de Gales foi emitido pela rainha Elizabeth II - um avanço enorme que repercutiu no mundo todo. Na ocasião, Elton John, que sempre militou pelos direitos dos homossexuais, lembrou que ser gay na Grã-Bretanha nas décadas de 1950 e 1960 era "um delito". O artista e o parceiro há haviam assinado a união civil em 2005 e são pais de dois meninos, Zachary e Elijah, de seis e quatro anos, nascidos através de gestação em barriga de aluguel.

8 casamentos, um só amor



Reprodução
"Quem Tem Medo de Virgínia Woolf", com Elizabeth Taylor e Richard BurtonImagem: Reprodução

Segundo consta, quando Elizabeth Taylor e Richard Burton filmaram sua primeira cena de amor em Cléopatra a química entre os dois foi tão forte que as pessoas presentes no set ficaram com medo de o estúdio pegar fogo. Casados e com filhos, logo selaram um caso que não faziam a menor questão de esconder - inclusive, continuavam a se pegar mesmo depois de o diretor Mankiewicz gritar "Corta!". Liz já colecionava polêmicas, como o fato de ter se envolvido com o cantor Eddie Fischer, marido de sua melhor amiga, Debbie Reynolds. Com problemas ligados ao ao álcool e pouco disposto a se separar da mulher, Burton agredia a amante emocional e fisicamente. Por dois anos eles viveram uma relação conturbada e agressiva que gerou, inclusive, uma chamada pública do Vaticano por indecência. Quando enfim decidiram ficar juntos, viveram um período de calmaria e nos anos 1960 formavam o casal mas popular do mundo. Aos poucos, contudo, o relacionamento foi sendo envenenado por gastos exorbitantes, bebedeiras homéricas, drogas de todo o tipo e inúmeras doenças. Em 1968, Liz teve seu útero retirado e ficou traumatizada, pois não havia conseguido engravidar de Burton. Após mais trocas de xingamentos, culpas e agressões, separaram-se em 1973. E, para escândalo geral, voltaram a se casar dois anos depois para se largarem de vez apenas três meses depois. Quando o ator morreu, em 1984, ela quase enlouqueceu. Liz, que morreu em 2011, chegou a se casar mais duas vezes, mas nunca escondeu de ninguém que Burton foi seu verdadeiro amor.

Paixão incontrolável e troca de parceiros



Fábio Motta/Estadão Conteúdo
Imagem: Fábio Motta/Estadão Conteúdo

Em 1990, o empresário Eike Batista e Patrícia Leal, herdeira de uma rica e tradicional família carioca, casaram-se numa cerimônia religiosa reservadíssima. A união civil, marcada para seis dias depois, nunca chegou a acontecer. Nesse pequeno intervalo, Eike conheceu Luma de Oliveira, uma das mulheres mais desejadas do Brasil na época, e ficou de quatro pela beldade. A desistência foi um escândalo no high society do Rio de Janeiro - Patricia era tão conhecida que inspirou o termo "patricinha", adotado para se referir às meninas ricas e bem vestidas. Quatro meses depois, Eike e Luma se casaram - por uma irônica coincidência, bem no dia do aniversário de Pat. Como cereja do bolo, Luma surgiu com um modelito curtíssimo ostentando não só as coxas torneadas como uma barriga saliente - estava no terceiro mês de gestação do primogênito, Thor. Patrícia conseguiu a anulação do casamento no Vaticano e se casou em 1992 com Antenor Mayrink Veiga, ex-namorado adivinhe de quem? Luma. Nenhuma das uniões resistiu ao tempo.

LIVROS CONSULTADOS:
"O guia das curiosas" (Panda Books), de Marcelo Duarte e Inês de Castro
"O guia dos curiosos - Sexo" (Panda Books), de Marcelo Duarte e Jairo Bauer (psicólogo)
"Paixões - Amores e desamores que mudaram a história" (Ediouro), de Rosa Montero
FONTE: UOL