quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
PASSE
A
palavra “passe”, dentre tantos os significados como “ato de
passar as mãos repetidas vezes por diante ou por cima de pessoa que
se pretende magnetizar ou curar pela força mediúnica”.
Para
o espiritismo, o passe
é uma das maneiras de encontrar o equilíbrio energético da alma. É
feito através da utilização das mãos, como
uma
transfusão de energias.
Os
médiuns passistas, transmitem essas energias para aqueles que
precisam de ajuda.
A
sensação de bem-estar; ajuda no equilíbrio, pacificação das
emoções; harmonização da vida, são alguns dos benefícios do
passe.
De
acordo com Chico Xavier, o passe é transfusão de energias
físio-psíquicas, operação de boa vontade, dentro da qual o
companheiro do bem recebe de si mesmo em teu benefício
PROCURAS...!?
Das águas mansas do lago de Genesaré parecia-lhe emanarem suavíssimos
perfumes, casando-se deliciosamente aoa aroma agreste da folhagem.
Foi nesse instante que, com o espírito como se estivesse sob o império de
estranho e suave magnetismo, ouviu passos brandos de alguém que buscava
aquele sítio.
Diante de seus olhos ansiosos, estacara personalidade inconfundível e única.
Tratava-se de um homem ainda moço, que deixara transparecer nos olhos,
profundamente misericordiosos, uma beleza
suave e indefinível. Longos e sedosos cabelos molduravam-lhe o semblante
compassivo,como se fôssem fios castanhos, levemente dourados por luz
desconhecida. Sorriso divino, revelando ao mesmo
tempo bondade imensa e singular energia, irradiava da sua melancólica e
majestosa figura uma fascinação irresistível.
Públio Lentulus não teve dificuldades em identificar aquela criatura
impressionante,mas, no seu coração marulhavam ondas de sentimento que, até
então eram ignorados. Nem a sua apresentação
a Tibério, nas magnificências de Capri, lhe havia imprimido tal emotividade
ao coração. Lágrimas ardentes rolaram-lhe dos olhos, que raras vezes haviam
chorado, e força misteriosa e invencível fê-lo
ajoelhar-se na relva lavada em luar. Desejou falar, mas tinha o peito
sufocado e opresso. Foi quando,
então, num gesto de doce e soberana bondade, o meigo NAZARENO caminhou para
ele, qual visão
concretizada de um dos deuses de suas antigas crenças, e, pousando
carinhosamente a destra em
sua fonte, exclamou em linguagem encantadora, que Públio entendeu
perfeitamente, como se ouvisse o idioma patrício, dando-lhe a inesquecível
impressão de que a palavra era de espírito para espírito, de coração para
coração:
- Senador, porque me procuras?
Obra: Há 2000 anos... - Chico Xavier/Emmanuel
perfumes, casando-se deliciosamente aoa aroma agreste da folhagem.
Foi nesse instante que, com o espírito como se estivesse sob o império de
estranho e suave magnetismo, ouviu passos brandos de alguém que buscava
aquele sítio.
Diante de seus olhos ansiosos, estacara personalidade inconfundível e única.
Tratava-se de um homem ainda moço, que deixara transparecer nos olhos,
profundamente misericordiosos, uma beleza
suave e indefinível. Longos e sedosos cabelos molduravam-lhe o semblante
compassivo,como se fôssem fios castanhos, levemente dourados por luz
desconhecida. Sorriso divino, revelando ao mesmo
tempo bondade imensa e singular energia, irradiava da sua melancólica e
majestosa figura uma fascinação irresistível.
Públio Lentulus não teve dificuldades em identificar aquela criatura
impressionante,mas, no seu coração marulhavam ondas de sentimento que, até
então eram ignorados. Nem a sua apresentação
a Tibério, nas magnificências de Capri, lhe havia imprimido tal emotividade
ao coração. Lágrimas ardentes rolaram-lhe dos olhos, que raras vezes haviam
chorado, e força misteriosa e invencível fê-lo
ajoelhar-se na relva lavada em luar. Desejou falar, mas tinha o peito
sufocado e opresso. Foi quando,
então, num gesto de doce e soberana bondade, o meigo NAZARENO caminhou para
ele, qual visão
concretizada de um dos deuses de suas antigas crenças, e, pousando
carinhosamente a destra em
sua fonte, exclamou em linguagem encantadora, que Públio entendeu
perfeitamente, como se ouvisse o idioma patrício, dando-lhe a inesquecível
impressão de que a palavra era de espírito para espírito, de coração para
coração:
- Senador, porque me procuras?
Obra: Há 2000 anos... - Chico Xavier/Emmanuel
O CAMINHO MAIS CURTO
Estava, agora, claro, diante de mim, o que os Espíritos Superiores disserama Kardec, quando afirmaram ser a reencarnação uma necessidade e que cabeao espírito resgatar-se da matéria... Buda dizia: "A recompensa da mais alta santidade está em não renascer". O Espiritismo, na revivescência do Evangelho,está me ensinando que o caminho mais curto para o não-renascimento é o Amor!
Através do Amor, o espírito se liberta mais depressa dos liames materiais que oprendem... Amar - eis o grande desafio ! Amar como, meu Deus?!... Amar a tudoe a todos, incondicionalmente. O espírito que ama encurta a distância que osepara do Criador...
Quem envereda apenas pelo caminho do Conhecimento submete-se a inevitáveis retrocessos. Eu estava convencido de que, única e exclusivamente através da viado Conhecimento, não chegaria tão cedo ao objetivo almejado...
Sem dúvida, o Amor é o caminho - Jesus é o Caminho!
Obra: Terra Prometida - Carlos A.Baccelli/Inácio Ferreira
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
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