quarta-feira, 7 de outubro de 2015

NÃO DIVULGAÇÃO DE NÚMEROS DA GFK SEGUE SENDO UM MISTÉRIO


Nada de comemorar audiência no ar e nem muito menos duvidar do outro medidor de audiência. O silêncio que ronda os números do Gfk, novo órgão que mede audiência no Brasil, estaria se tornando um “calvário” para os muitos profissionais que trabalham no meio.

Concorrente do Ibope, o GfK instalou cerca de 6.600 peoplemeters pelo país, e promete medir também o público de TV on demand e de sistemas como o Netflix. Na estreia da medição, executivos do instituto comemoraram o início oficial das atividades no Brasil.O que se alega oficiosamente nos bastidores é que há um acordo entre as emissoras associadas –SBT, Record e Rede TV!, para que essas audiências só se tornem públicas em 15 dias, como informa o colunista Flávio Ricco. A pergunta é: O que mudará nesses 15 dias?
FONTE: http://otvfoco.com.br/nao-divulgacao-de-numeros-da-gfk-segue-sendo-um-misterio/

EU X MIM


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

DE PERSONAGEM A CONTADOR DE HISTÓRIA


         Desde o papiro de Anastacius V o ser humano preocupa-se com a segurança do trabalho.
         O caminho longo mostra a evolução de um tema extremamente importante para o trabalhador.
         Hipócrates, antes de Cristo, deixou as crendices de lado para indicar que os fatores ambientais, a raça das pessoas e os hábitos de vida, causavam as doenças. Armand de Villeneuve, na idade média, estudou a ergonomia, um assunto atual. E Phillipus Aureolus, médico suíço, escreveu uma monografia sobre as relações entre doença e trabalho.
         A cada século, as relações da segurança no trabalho, evoluíram com as novas tecnologias.
         Nos anos de 1960, surge a troca do conceito de saúde ocupacional pela da saúde do trabalhador, surgindo uma legislação que reconhece os direitos dos trabalhadores, à informação, à recusa de condições de risco grave à saúde.
         O trabalhador deixa de ser um mero personagem para um contador de história.


João Paulo Rieg - JP