segunda-feira, 2 de setembro de 2019

DESENGESSAR A MENTE

O homem Jesus era instigante, um especialista em romper o conformismo.
Ele não ensinava passivamente: provocava a sede psíquica, a busca pelos
segredos da existência, o esfacelamento do autoritarismo religioso.
Cada parábola aguçava a curiosidade, colocava combustível na sede de
desvendar de homens e mulheres, intelectuais e iletrados, puritanos  e
transgressores. Cada frase curta provocava o apetite intelectual.  Seus
discípulos eram rudes, toscos, incultos, impulsivos, desprovidos de 
generosidade e de afetividade. Mas diariamente Jesus os abalava.
Pedro, André, Tiago e João sabiam navegar no mar da Galileia, mas o
homem Jesus queria que aprendessem a navegar no oceano das crises
existenciais, das fobias, das ansiedades, das frustrações.  E quem sabe
navegar nos tempos atuais?  Uns afundam no sentimento de culpa;
outros, no endeusamento de si mesmos.  Uns sucumbem na timidez;
outros, na ousadia inconsequente.
Diariamente os discípulos se perguntavam: Quem sou eu? O que sou?
Quais são minhas escolhas e minhas intenções ocultas? Quem é esse
homem que sigo? Que mistérios o cercam? Por que nos fala por
parábolas? Por que nos escandaliza estreitando laços com pessoas
socialmente rejeitadas, leprosos, prostitutas?  Porque questiona os
religiosos? Por que procura sempre se ocultar e não aceita elogios
superficiais?
O melhor educador é o que gera fonte de perguntas em seus alunos, e
não o que é uma fonte de respostas prontas. As respostas prontas
produzem servos; o questionamento, pensadores.
Jesus deu poucas respostas, mas provocou inúmeras perguntas.

Obra: A Sabedoria Nossa de Cada Dia - Augusto Cury

UMA VEZ...


ATENAS, GRÉCIA


AJUDAR OS OUTROS É COMO AJUDAR A SI MESMO



NÃO É AMOR QUANDO - PARTE 01



domingo, 1 de setembro de 2019

SETEMBRO AMARELO


SE VOCÊ AJUDAR

Se você ajudar, tudo o que hoje parece ruína e fracasso surgirá amanhã renovado em
dons de renascimento e vitória.
A permanência na Terra é curso de melhoria.
Entretanto, como atingir o divino objeto, se você cristaliza o potencial da simpatia e da
boa vontade, na expectativa inoperante em torno do gesto de seu irmão? Como alcançar
a alegria se nos confiamos à tristeza, animar a outrem, se nos rendemos às sugestões do
desalento e levantar a fé no coração do próximo, se estimamos a posição horizontal da
preguiça interior na incerteza?
Se você ajudar, porém, o mau se fará melhor e o bom se revelará excelente; as mãos
enrijecidas na avareza abrir-se-ão ao seu toque de bondade e o coração endurecido
descerrar-se-á, de novo, à luz, diante de sua manifestação de assistência espontânea.
A gentileza é a filha dileta da renúncia e guarda consigo o dom de tudo transformar, em
favor do infinito bem.
Não se mantenha sob o frio do desânimo ou sob a tempestade do desespero.
Venho para o clima da cooperação e da solidariedade e use a chave milagrosa do sorriso
de entendimento, que auxilia para a felicidade alheia.
Ampare a você mesmo, auxiliando aos outros.
Você não deve exigir o socorro do mundo, quando a verdade é que o mundo nos tem
dado quanto pode e hoje espera confiante o socorro nosso.
Creia, pois, no poder do serviço e da bondade e convença-se de que tudo se converterá
hoje em alegrias e bênçãos para seu caminho se você ajudar.

 
 Obra: Nosso Livro - Chico Xavier / André Luiz