sábado, 22 de setembro de 2012

CONVENCIDO OU FOMINHA? CONHEÇA 4 COMPETIDORES DA PIOR ESPÉCIE EM UMA CORPORAÇÃO



Para alcançar um crescimento cada vez mais acentuado, companhias de todo o país têm valorizado e premiado seus profissionais mais produtivos. O problema é que nem todos entendem essa iniciativa muito bem. Alguns, na ânsia de alcançar as metas, passam a competir quase que individualmente, mesmo quando seu desempenho está atrelado ao de um grupo.

“Ao perceberem que podem crescer, muitos profissionais se esquecem do trabalho em equipe e acabam fazendo com que uma disputa saudável se transforme em uma competição destrutiva”, diz a especialista em soluções para capital humano da De Bernt Entschev Human Capital, Sônia Helena Garcia.

Não é raro, por exemplo, encontrar em uma organização profissionais que, quando convocados à uma competição, enxergam o colega como um grande inimigo. “Existem pessoas que sonegam informações da própria equipe em benefício próprio e que não dividem o trabalho com o colega para ganhar o mérito de uma atividade sozinho”, diz Sônia, que garante que estas são algumas das piores ações de um mau colega.

Veja a seguir quatro perfis de competidores e aprenda a lidar com eles.


Come-quieto:
Como é: mais calado, é o cara que pega todo o trabalho discretamente e quando você vê, já fez tudo sem deixar nada para você.
O que fazer:
oriente o profissional a informá-lo sobre as tarefas que estão sendo executadas para que juntos, e com os demais membros da equipe, vocês possam definir quem poderá executar a atividade em questão.


Convencido:




Como é: ele quer ser o melhor, o mais pró-ativo e não quer dividir seu sucesso com ninguém. Para isso, ele mente, manipula e fala demais para estar sempre sob a luz dos holofotes e conseguir atenção.
O que fazer: não faça nada, apenas ignore. Profissionais com esse perfil são inseguros e por falar demais acabam ficando em evidência facilmente, o que expõe as próprias falhas para todos da organização. “Ele irrita as pessoas por falar demais e costuma ser o primeiro a se enforcar em uma empresa”, diz Sônia.


Encostado:



Como é: discreto, este profissional é o verdadeiro folgado de uma corporação. Ele pode não fazer o próprio trabalho, mas jamais aceita ser esquecido na hora do reconhecimento por uma ação.
O que fazer: assim como no caso anterior, não fazer nada pode ser a melhor solução. “Em empresas como as de hoje, ele dificilmente passará despercebido por muito tempo, pois as companhias têm valorizado tanto os resultados individuais quanto os coletivos”, diz a especialista em soluções para capital humano.

Fominha:


Como é:
pega todo o serviço e não divide as tarefas com ninguém para ter mais resultados. Outra característica é que, geralmente, ele acumula trabalho demais.
O que fazer: chame o colega para uma conversa e diga o quanto a postura dele está prejudicando seu desempenho e o do grupo. Se o papo não funcionar, recorra ao gestor da área.
 
FONTE: YAHOO

MANHÃS DE SETEMBRO - VANUSA

 

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Manhãs de Setembro

Vanusa

Fui eu quem se fechou no muro
E se guardou lá fora
Fui eu quem num esforço
Se guardou na indiferença.

Fui eu que numa tarde
Se fez tarde de tristezas
Fui eu que consegui
Ficar e ir embora
E fui esquecida
Fui eu!

Fui eu que em noite fria
Se sentia bem
E na solidão
Sem ter ninguém
Fui eu!

Fui eu que em primavera
Só não viu as flores
E o sol
Nas Manhãs de Setembro.

Eu quero sair
Eu quero falar
Eu quero ensinar
O vizinho a cantar.

Eu quero sair
Eu quero falar
Eu quero ensinar
O vizinho a cantar
Nas Manhãs de Setembro
Nas Manhãs de Setembro
Nas Manhãs de Setembro
Nas Manhãs!

Fui eu quem se fechou no muro
E se guardou lá fora
Fui eu quem num esforço
Se guardou na indiferença.

Fui eu que numa tarde
Se fez tarde de tristezas
Fui eu que consegui
Ficar e ir embora
E fui esquecida
Fui eu!

Fui eu que em noite fria
Se sentia bem
E na solidão
Sem ter ninguém
Fui eu!

Fui eu que em primavera
Só não viu as flores
E o sol
Nas Manhãs de Setembro.

Eu quero sair
Eu quero falar
Eu quero ensinar
O vizinho a cantar.

Eu quero sair
Eu quero falar
Eu quero ensinar
O vizinho a cantar
Nas Manhãs de Setembro
Nas Manhãs de Setembro
Nas Manhãs de Setembro
Nas Manhãs!

RUSSOS DIZEM QUE BEBÊ QUE DERAM À ADOÇÃO É CAMPEÃ PARALÍMPICA PELOS EUA

Natalya e Oleg Valtyshev deram uma entrevista reveladora a uma TV russa. O casal disse ter descoberto agora que Jessica Long, medalhista de ouro na natação das Paralimpíadas de Londres pelos EUA, é sua filha.
Os dois afirmaram ter deixado um bebê em um orfanato na Sibéria logo após o nascimento, há 20 anos. A menina nasceu sem tornozelos, joelhos e sem a maior parte dos ossos dos pés. Antes de deixar a Sibéria para partir para Baltimore, nos EUA, adotada por um casal americano, ela teve a parte inferior das pernas amputadas para facilitar o uso das próteses e aprender a andar.
O pai Oleg Valtyshev, com 17 anos na época, disse que deixar a criança, chamada de Tatiana quando nasceu, foi uma orientação dos médicos. "Não quero falar contra os médicos. Eles disseram: 'A garota tem deformidades e vocês são jovens, vai ser difícil'. O que eu poderia ter dito? Eu não poderia ter dito nada porque não estava preparado para isso. Eu fiquei muito chocado com a coisa toda", revelou Valtyshev em reprodução da BBC Brasil.
A mãe afirmou que, quando os pais não têm condições, muitas crianças são mantidas nos orfanatos até os três anos na Rússia para depois voltarem aos genitores. "Eu tinha certeza de que ninguém iria adotá-la. Eu me informava sobre ela, sabia que ela estava linda, que todos a amavam. Mas, no dia 6 de julho de 1993 eu dei à luz minha segunda filha, Nastya, e no dia 9 de julho soube que um casal de americanos havia adotado Tatiana", explicou a mãe Natalya.
Os pais disseram que estão muito orgulhosos da garota e querem revê-la. Eles tiveram três outras filhas incluindo uma garota portadora de deficiência semelhante a Jessica. A campeã disse antes das Paralimpíadas que queria encontrar a família na Rússia, mas ainda não falou sobre revelação dos pais.

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FERNANDO PESSOA


VIVER EM PAZ